O Real Edifício de Mafra celebrou, ontem, o seu sétimo aniversário desde a inscrição na Lista do Património Mundial da UNESCO.

Entre património, música, religião e natureza, as comemorações voltaram a reunir a comunidade em torno de um programa diversificado. A agenda incluiu desde uma visita às obras a decorrer na Basílica, a inauguração de uma exposição no Palácio, a visitas guiadas pela Tapada, recitais de carrilhão, batismos equestres, uma nova exposição na Tapada Nacional de Mafra e a sempre aguardada apresentação da Reprise do Exército.

A sessão solene reuniu as cinco entidades gestoras deste conjunto patrimonial — o Município de Mafra, o Palácio Nacional de Mafra, a Paróquia de Santo André de Mafra, a Escola das Armas e a Tapada Nacional de Mafra. Durante o ato, destacou-se a importância da distinção da UNESCO para este monumento único, cuja origem permanece intimamente ligada à promessa e devoção do Rei D. João V. O programa contou ainda com uma missa solene, presidida pelo Patriarca de Lisboa, D. Rui Valério.

Este sétimo ano assinalou o sucesso das parcerias institucionais e o esforço conjunto para valorizar o Bem, promovendo o conhecimento do património junto de todos os visitantes. Exemplo desse espírito de unidade e partilha foi a inauguração de duas novas exposições:

  • Na Sala de Caça do Palácio Nacional de Mafra: Está agora patente uma exposição de fotografia de Jorge Leite, que cruza a natureza captada pela sua lente com a história de um espaço repleto de mobiliário com ligação histórica à Tapada.
  • No Celebredo (local mais icónico e central da Tapada): Reside a exposição “Património Natural com História – D. Carlos I”, que revela diferentes facetas do monarca e evidencia a forte ligação entre o Palácio e a Tapada.

Duas excelentes razões para visitar Mafra e descobrir (ou redescobrir) a riqueza do Real Edifício.

08/07/2026